Não há tempo que cure.
Hoje sou uma minoria.
Podem passar, dois dias, duas semanas, dois meses, dois anos, na realidade, não há relógios suficientes e vou ser sempre uma minoria e sem tempo para curar.
Hoje tenho bem presente as boas recordações e a culpa de certas e determinadas coisas.
Gosto muito de ti! Isto ficou por te dizer, diretamente.
Hoje não há relógios que façam o tempo voltar atrás.
Se eu pudesse escolher, neste Natal ou nesta passagem de ano, eu escolhia mais tempo, por muito pouco que fosse, escolhia tempo, tempo para ti, tempo para nós.
Neste mundo de maldade, o que te esperava... Não estavas pronto, eu não estava pronta.
Será a maneira mais fácil? Será a maneira mais justa?
Porquê? Esta é a questão.
Tão cedo, tão perto, tão doloroso.
Vou contar para os meus aquilo que melhor foste capaz de me deixar, com orgulho, sempre.
Espero honrar-te, espero, um dia, ver-te de novo.
Deixo-te, com saudade,
Gosto imenso de ti!

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